quarta-feira, 22 de março de 2023
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
Segurança Pública em Pauta 2022.
O tema segurança pública sempre foi e sempre será muito debatido em sociedade, o artigo 6º da Carta Constitucional de 1988 destaca no caput deste que a segurança é um direito social reforçando sua importância e necessidade. Muitos colegas me perguntam do porque da minha vaga manifestação nos grupos nas redes sociais e em debates sobre o tema, de pronto respondo que a manifestação sem trabalho e sem coragem não tem validade alguma, as criticas ou apontamentos negativos pouco resolvem o problema vertente da segurança, é preciso trabalho, é preciso enfrentar de frente aqueles que tentam furtar os direitos dos servidores, servidores que assumiram com o risco da própria vida defender a sociedade e que não são valorizados como merecem.
As associações se esmeram na luta pela classe, se manifestam e enfrentam os entes públicos na lutas de direitos e garantias à classe, mas sucumbem na representatividade, pois não preparam seus representantes para defender os policiais nas casas legislativas, seja Federal, Estadual ou Municipal. Quando se aproxima de um pleito eleitoral dezenas ou centenas de candidatos oriundos das forças de segurança se lançam para tentar uma vaga mas sucumbem diante do grande número e da falta de um trabalho em equipe onde todas as associações seja de praças ou de oficiais se unam e escolham quem será seus representantes.
A seletividade é mais importante do que a quantidade, e o preparo é mais importante do quem foi o servidor na vida de caserna pois erram, ninguém é perfeito e se ele possui princípios e reconhece que a classe precisa dele este será um bom representante.
É preciso mudar as ideias, os números mais importantes são os de votos e não os de números de candidatos. Que as associações se unam e através de um voto interno elejam seus candidatos e os apõem para que tenhamos em uma das casas legislativas bons e fiéis candidatos à nos representar.
Jarbas A. Costa
2º Sargento da reserva da Policia Militar, RS
Professor, operador do Direito e Pós Graduado em Administração Pública.
domingo, 10 de outubro de 2021
A EDUCAÇÃO NA PANDEMIA
Em meio a um momento pandêmico
em que os bancos escolares se esvaziaram pelo isolamento e distanciamento
social por conta da Covid 19, o déficit educacional aumentou acarretando prejuízos
na formação e educação dos brasileiros.
As aulas presenciais foram
convertidas em aulas virtuais, alunos e professores tiveram que se reinventar,
a tecnologia e os meios de aquisição dificultou a transmissão de conhecimento. Os
pais tiveram que além de laborar ajudar seus filhos com as tarefas de aula e, por
conseguinte o educador teve conciliar o trabalho domestico com o escolar
levando muitos professores ao caos emocional.
Sabemos que o mundo foi pego
de surpresa, mas a falta de planejamento educacional fez com que a educação
fosse penalizada, os mais necessitados não tiveram acesso à tecnologia e estes
foram os mais prejudicados.
A
pandemia pelo novo Corona vírus provocou um cenário inédito de isolamento
social, com rápida transição para o ensino remoto e um impacto enorme no
aspecto emocional de milhões de estudantes, educadores e famílias, além de
expor, mais uma vez e com ênfase, fragilidades históricas dos sistemas
educacionais - sempre suscetíveis a situações de crises ou fatores que afetam
diretamente o cumprimento do ano letivo e as possibilidades de aprendizagem dos
estudantes (como greves, enchentes, situações de insegurança pública e outros).
O
momento atual indica uma ampliação da já enorme desigualdade no desempenho
educacional por todo o país, o que adiciona desafios ao relevante papel da
escola na busca por garantir a aprendizagem de qualidade a todos, com equidade.
O
ensino remoto, mesmo nos locais em que tenha sido bem planejado e executado,
tem menores chances de gerar engajamento dos estudantes e promover o
desenvolvimento, especialmente em famílias com condições reduzidas de acesso à
infraestrutura necessária para isso, ou mesmo a um contexto domiciliar e
comunitário menos favorável à aprendizagem. (https://institutoayrtonsenna.org.br),
pesquisado em 10out2021.
O cenário criado pela
pandemia deixou para todos um aprendizado, em especial para os administradores públicos
que deveriam ter um planejamento eficaz para evitar os prejuízos que não foram
somente na educação, somos sabedores que ela é a base para tudo e quando ao setor educacional não é dada a atenção merecida todos os demais setores da
sociedade são prejudicados.
Quando o interesse politico sobrepõe o coletivo a sociedade fica a mercê daqueles que detém o poder, não dando espaço ao diálogo e a busca de soluções para que tenhamos uma sociedade organizada com uma base educacional sustentável.
O Brasil precisa mudar, nós somos o Brasil e devemos lutar de forma organizada na luta por um planejamento educacional, valorização da educação e dos educadores.
Nessa perspectiva, a função
da educação é transformar sujeitos e mundo em algo melhor. O homem só entende o
processo de construção do saber quando aprende a problematizar suas práticas.
Inscrito por: Jarbas Alves
Costa- Bacharel em Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós
Graduando em Direito de Família.
Operador do Direito e
Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados, Pelotas, RS.
A Pandemia e o Mundo
A PANDEMIA E O MUNDO
O mundo vem há
aproximadamente um ano e nove meses passando por uma provação a qual jamais imaginaríamos
passar. Um vírus, um único vírus mudou a rotina e a vida de milhões de seres
humanos ao redor do mundo, a liberdade deixou de existir em um piscar de olhos
dando lugar ao refugio doméstico e ao distanciamento social.
A vida e a liberdade de
viver acabaram, sucumbiu de forma trágica o direito de ir e vir, direito este
tão respeitado, defendido e protegido constitucionalmente, somos hoje
atormentados pelo afastamento, pelo não abraço, trocamos um aperto de mãos pelo
toque em punho cerrado ou cotovelo. Que triste realidade e como se não bastasse
seremos proibidos de adentrar em muitos ambientes sociais ou comerciais se não
portarmos a carteira ou cartão vacinal.
Para quem acredita ou não o
fim do mundo está próximo e tudo o que foi conquistado constitucionalmente
falando será destruído por obrigações impostas pelo homem e suas ideias
demagogas e ultrapassadas. Friso sem medo que tudo isso que esta acontecendo irá piorar, é culpa direta do ser humano que pela ganancia, pelo egoísmo e
pelo interesse politico e econômico querem assumir e dominar as pessoas submetendo-as a ordens e caprichos em prol de seus próprios interesses.
Todos ficam boquiabertos
pelas inovações tecnológicas, os jovens se deslumbram, viajam por um universo de
facilidades, mas não sabem que por trás de tudo isso existe um só interesse, o domínio
do mundo e dos seres que nele habitam.
Para quem pensa que isso
terá fim, eu no auge dos meus 54 anos vos digo que não e já sofro pelas futuras
gerações que mesmo diante das facilidades serão comandadas por pessoas
audaciosas e ambiciosas, uma ambição que não deixará as pessoas pensar, pois o
ponto mais fraco e fácil de dominar em uma pessoa é coração, ou seja, as
emoções.
A instituição família diante
de tudo isso em decadência total, o amor entre os entes queridos esfriando e
acabando, como no inicio de tudo irmão mata irmão, filho mata pai e assim
sucessivamente, um esfriamento total e uma tamanha falta de amor próprio e amor
aos outros.
Inscrito por: Jarbas Alves Costa- Bacharel em
Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós Graduando em Direito de Família.
Operador do Direito e
Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados,
Pelotas, RS.
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Como viver em tempos de mudanças
RESILIÊNCIA
A resiliência é a capacidade de um organismo de retornar ao estado anterior depois da exposição a alguma situação de estresse. E isso pode ocorrer em diversas situações: no trabalho, na escola, no relacionamento com amigos, família ou parceiros.
EMOÇÕES
Como as emoções influenciam na nossa comunicação?
Emoção : Reação Fisiológica do organismo frente a um estímulo interno ou externo, a emoção tem tudo a ver com a ação, para que o ser humano não perca tempo.Para aprender a lidar com as emoções, você precisa olhar para as suas emoções diariamente.
Em um cenário de mudanças, você precisa querer mudar!
Autor: Jarbas Costa
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
O que é inteligência emocional?
Inteligência emocional é, em suma, a capacidade de lidar com os próprios sentimentos e emoções, especialmente em situações sob pressão. Identificar e gerenciar sentimentos e reações que temos são algumas das competências que fazem parte dessa inteligência.
Se bem é verdade que esse não é um conceito novo, o seu uso no âmbito profissional tem crescido, já que a forma como as relações sociais e de trabalho acontecem e se desenvolvem também passou por mudanças significativas na atualidade.
Entre os pilares que compõem a inteligência emocional, estão:
– A autoconsciência
A capacidade de conhecer nossas emoções mais recorrentes e entender como determinadas situações nos afetam é, sem dúvidas, parte da inteligência emocional. Inclusive, o primeiro passo para realizar certas mudanças é conhecendo nosso próprio comportamento.
Não basta apenas conhecer nossas emoções e reações, mas é indispensável conseguir controlá-las. Em contextos corporativos ou no âmbito profissional, exercer esse controle é algo indispensável. De fato, um profissional que não consegue controlar suas emoções terá problemas para ascender na sua trajetória e transmitir uma boa imagem pessoal.
– A consciência social
Consciência social é o que permite entender que estamos inseridos em contextos sociais e precisamos saber como lidar com aqueles que nos rodeiam. Entender a dinâmica não falada durante um diálogo, saber interpretar sinais que nossa audiência emite e demonstrar empatia são habilidades relacionadas à inteligência emocional e à comunicação especificamente.
– A gestão de relacionamentos
Gestão de relacionamentos é uma habilidade indispensável a todo líder – mas não apenas a eles. Se adaptar e guiar emoções alheias, logrando bons relacionamentos interpessoais, são competências de bons comunicadores e pessoas que costumam se sair bem em diversos contextos e situações pessoais ou profissionais.
– A auto motivação
Conseguir se livrar de padrões negativos, orientando nossas próprias emoções para que possamos crescer pessoalmente e profissionalmente tem a ver com auto motivação. Desenvolver essa habilidade é uma forma de realizar metas, ser um melhor profissional e lidar bem com situações de exposição de fala.
Como é a comunicação de alguém que desenvolveu sua inteligência emocional?
Inteligência emocional e boa comunicação caminham lado a lado. Quem tem desenvolvida a inteligência emocional será capaz de se comunicar com pessoas de diversos perfis e em uma grande variedade de contextos.
Por outro lado, bons comunicadores precisam ter as competências da inteligência emocional para que, através dos cinco pilares dos quais falamos no tópico anterior, possam definir estratégias de argumentação, persuasão e para inspirar aqueles com quem dialogam.
Isso quer dizer que, para demonstrar que temos, de fato, inteligência emocional desenvolvida, é essencial aprimorarmos a forma como nos comunicamos com as pessoas e como reagimos a situações de exposição de fala, como apresentações, entrevistas ou reuniões, por exemplo.
Como é a comunicação de quem desenvolveu a inteligência emocional? Vejamos:
– Sabe ouvir os demais
Como sempre faço questão de ressaltar, ouvir os outros é parte indispensável de todo processo comunicacional. Por isso mesmo, ser um bom comunicador envolve ter essa habilidade desenvolvida. Ao contrário do que muitos imaginam, se comunicar bem não é apenas ser capaz de falar com clareza, mas de entender que comunicação é troca.
Quando ouvimos aqueles com os quais dialogamos, conseguimos definir melhores estratégias para traçar os rumos da nossa própria fala.
– Consegue transmitir emoção
Como vimos, conhecer e controlar nossas emoções faz parte da inteligência emocional. Em situações de exposição de fala, esse controle tem forte influência. Transmitir emoção em um discurso, por exemplo, é uma característica dos bons comunicadores.
Inspirar os demais, despertar empatia e, através disso, lograr a persuasão para um determinado fim são diferenciais daqueles que têm desenvolvidas as principais habilidades de comunicação.
– Interpreta a dinâmica não falada em processos comunicacionais
Como podemos ver, ser um bom comunicador é, na prática, entender o que é comunicação e parte disso se dá ao entender que existe uma dinâmica não falada em todos os processos comunicacionais.
Um exemplo muito claro para compreender o que é a dinâmica não falada se dá nas reuniões de trabalho. Aquele que dirige a reunião deve estar atento para os sinais emitidos pelos demais, sejam eles sutis ou não. A postura dos colegas, suas expressões faciais, para onde olham… tudo isso deve ser levado em conta para que seja definido o melhor caminho a seguir neste encontro de trabalho.
Separar boa comunicação da inteligência emocional não é possível, já que, mais que complementares, esses conceitos se mesclam entre si. Sendo assim, é necessário ter em mente que habilidades ligadas a esse tipo de inteligência, com destaque para a de se comunicar com os outros, é, hoje, um requisito para os profissionais.
Pesquisador: Junho de 2021.
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Diálogo Sustentável
“Se
Diálogo Sustentável
“Se você não sabe como iniciar uma diálogo com alguém, comece fazendo uma pergunta, tenho certeza que você saberá suas necessidades. O que impede as pessoas de se aproximarem não é a pandemia, mas sim a falta de diálogo, não deixe o medo te escravizar , siga em frente com seus propósitos e objetivos, pois acima de você tem Alguém te orientando.”
A comunicação é um veiculo de condução de sentimentos onde o destino é relacionamento saudável e duradouro.
Autor: Jarbas Costa
Qual o tamanho de seus problemas? Não existe no mundo uma ser humano que não tenha problemas, n...
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