domingo, 10 de outubro de 2021

 


A EDUCAÇÃO NA PANDEMIA

 Falar em educação nos dias de hoje é um desafio, as mudanças ocorridas no Brasil e no mundo devido a pandemia, o avanço tecnológico e a desvalorização do educador faz nos refletir sobre no tema com delicadeza e inteligência.

Em meio a um momento pandêmico em que os bancos escolares se esvaziaram pelo isolamento e distanciamento social por conta da Covid 19, o déficit educacional aumentou acarretando prejuízos na formação e educação dos brasileiros.

As aulas presenciais foram convertidas em aulas virtuais, alunos e professores tiveram que se reinventar, a tecnologia e os meios de aquisição dificultou a transmissão de conhecimento. Os pais tiveram que além de laborar ajudar seus filhos com as tarefas de aula e, por conseguinte o educador teve conciliar o trabalho domestico com o escolar levando muitos professores ao caos emocional.

Sabemos que o mundo foi pego de surpresa, mas a falta de planejamento educacional fez com que a educação fosse penalizada, os mais necessitados não tiveram acesso à tecnologia e estes foram os mais prejudicados.

A pandemia pelo novo Corona vírus provocou um cenário inédito de isolamento social, com rápida transição para o ensino remoto e um impacto enorme no aspecto emocional de milhões de estudantes, educadores e famílias, além de expor, mais uma vez e com ênfase, fragilidades históricas dos sistemas educacionais - sempre suscetíveis a situações de crises ou fatores que afetam diretamente o cumprimento do ano letivo e as possibilidades de aprendizagem dos estudantes (como greves, enchentes, situações de insegurança pública e outros).

O momento atual indica uma ampliação da já enorme desigualdade no desempenho educacional por todo o país, o que adiciona desafios ao relevante papel da escola na busca por garantir a aprendizagem de qualidade a todos, com equidade.

O ensino remoto, mesmo nos locais em que tenha sido bem planejado e executado, tem menores chances de gerar engajamento dos estudantes e promover o desenvolvimento, especialmente em famílias com condições reduzidas de acesso à infraestrutura necessária para isso, ou mesmo a um contexto domiciliar e comunitário menos favorável à aprendizagem. (https://institutoayrtonsenna.org.br), pesquisado em 10out2021.

 

O cenário criado pela pandemia deixou para todos um aprendizado, em especial para os administradores públicos que deveriam ter um planejamento eficaz para evitar os prejuízos que não foram somente na educação, somos sabedores que ela é a base para tudo e quando ao setor educacional não é dada a atenção merecida todos os demais setores da sociedade são prejudicados.

Quando o interesse politico sobrepõe o coletivo a sociedade fica a mercê daqueles que detém o poder, não dando espaço ao diálogo e a busca de soluções para que tenhamos uma sociedade organizada com uma base educacional sustentável.

O Brasil precisa mudar, nós somos o Brasil e devemos lutar de forma organizada na luta por um planejamento educacional, valorização da educação e dos educadores.

Nessa perspectiva, a função da educação é transformar sujeitos e mundo em algo melhor. O homem só entende o processo de construção do saber quando aprende a problematizar suas práticas.

 

Inscrito por: Jarbas Alves Costa- Bacharel em Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós Graduando em Direito de Família. 

Operador do Direito e Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados, Pelotas, RS.

A Pandemia e o Mundo

 


A PANDEMIA E O MUNDO

O mundo vem há aproximadamente um ano e nove meses passando por uma provação a qual jamais imaginaríamos passar. Um vírus, um único vírus mudou a rotina e a vida de milhões de seres humanos ao redor do mundo, a liberdade deixou de existir em um piscar de olhos dando lugar ao refugio doméstico e ao distanciamento social.

A vida e a liberdade de viver acabaram, sucumbiu de forma trágica o direito de ir e vir, direito este tão respeitado, defendido e protegido constitucionalmente, somos hoje atormentados pelo afastamento, pelo não abraço, trocamos um aperto de mãos pelo toque em punho cerrado ou cotovelo. Que triste realidade e como se não bastasse seremos proibidos de adentrar em muitos ambientes sociais ou comerciais se não portarmos a carteira ou cartão vacinal.  

Para quem acredita ou não o fim do mundo está próximo e tudo o que foi conquistado constitucionalmente falando será destruído por obrigações impostas pelo homem e suas ideias demagogas e ultrapassadas. Friso sem medo que tudo isso que esta acontecendo irá piorar, é culpa direta do ser humano que pela ganancia, pelo egoísmo e pelo interesse politico e econômico querem assumir e dominar as pessoas  submetendo-as a ordens e caprichos em prol de seus próprios interesses.

Todos ficam boquiabertos pelas inovações tecnológicas, os jovens se deslumbram, viajam por um universo de facilidades, mas não sabem que por trás de tudo isso existe um só interesse, o domínio do mundo e dos seres que nele habitam.

Para quem pensa que isso terá fim, eu no auge dos meus 54 anos vos digo que não e já sofro pelas futuras gerações que mesmo diante das facilidades serão comandadas por pessoas audaciosas e ambiciosas, uma ambição que não deixará as pessoas pensar, pois o ponto mais fraco e fácil de dominar em uma pessoa é coração, ou seja, as emoções.

A instituição família diante de tudo isso em decadência total, o amor entre os entes queridos esfriando e acabando, como no inicio de tudo irmão mata irmão, filho mata pai e assim sucessivamente, um esfriamento total e uma tamanha falta de amor próprio e amor aos outros.

 

Inscrito por: Jarbas Alves Costa- Bacharel em Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós Graduando em Direito de Família.  

Operador do Direito e Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados, Pelotas, RS.

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