segunda-feira, 7 de outubro de 2024

  A Polarização Política 

As eleições municipais de 2024, mostraram um cenário totalmente oposto aos pleitos anteriores, as movimentações populacionais em defesa de partidos e candidatos , tiveram sua marcha desacelerada na medida em que os acontecimentos dos últimos anos fizeram mudar em muito o pensamento do povo em relação quem e qual partido estaria em condições de assumir cadeiras tanto no executivo como no legislativo.

A chamada polarização política,  que é a divergência ou ao aumento da divergência entre atitudes políticas de extremos ideológicos. Essa divergência pode ocorrer na população em geral ou dentro de certos grupos e instituições,e  foi o que aconteceu no pleito deste ano de 2024.

Candidatos que pareciam fortalecidos, foram surpreendidos pela incerteza dos eleitores, todavia abalados pelos fatos ocorridos em 2023

Muitos partidos perderam força e outros cresceram, acabando com a hegemonia representativa levando seus candidatos a desidratação eleitoral, achavam que estariam eleitos, mas foram surpreendidos quanto aos resultados nas urnas.

Concluo, dizendo, que os tempos mudaram, a tal liberdade, onde tudo pode, não pode prevalecer, não somos escravos nem prisioneiros, mas somos obrigados a nos submeter e viver em um pais onde tudo pode, onde o caráter permissivo impera. Que mundo queremos deixar para as próximas gerações?  



sexta-feira, 10 de maio de 2024

Curso Contratos Imobiliários e o Código de Defesa do Consumidor - Aula 1

 

Entendendo Contratos Imobiliários: @jarbascosta2793

Bacharel em Direito, Consultor Imobiliário e Tributário, Pós Graduado em Código de Defesa do Consumidor  e Especialista em Contratos em Espécies.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

LIDANDO COM ATOS ILÍCITOS EM SALA DE AULA

                         

 


                                    LIDANDO COM ATOS ILÍCITOS EM SALA DE AULA

 Este assunto é de extrema importância para educadores que são surpreendidos em suas salas de aulas com crianças praticando atos contrários as normas de boa convivência e confiança. 

A exemplo temos os pequenos furtos que mais adiante se tornarão grandes furtos e que trarão consequenciais sérias para educadores, alunos e pais. 

Qual o dever do professor?

Dever de ser assíduo e pontual. Dever de participar ativamente na vida escolar. Dever de não limitar a ação educativa à sala de aula. Dever de utilizar, no processo de autoaprendizagem, os métodos mais adequados e de diligenciar pelo seu aperfeiçoamento constante, tendo em vista o sucesso educativo.

Mas, antes de mais nada, qual deveria ser o dever dos pais? 

Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda, convivência, assistência material e moral e educação dos filhos menores.

É possível entender que o dever dos pais deveria vir antes do dever do professor, até porque o ambiente familiar é totalmente diferente do ambiente escolar.

Mas na realidade, ocorre o inverso e os professores passam a assumir obrigações que não deveriam, pois as deveriam chegar a escolas moldadas pelo bom comportamento, respeito e consideração.

O caráter de uma criança é formado no seio familiar pelos próprios pais, que deveriam orientar sua prole quanto a diferença  entre o certo e o errado!

Uns dos exemplos de ações contrarias em salas de aula além do bullying e agressões, são os furtos de materiais escolares de colegas de turma. Tal situação deixa os educadores apreensivos, sem saber como lidar com essas adversidades ilícitas e preocupante, pois podem evoluir para crimes mais grave.

Em primeiro lugar, é necessário tomar muito cuidado ao tratar do assunto. Um aluno só deve ser indagado sobre o furto quando houver certeza de que ele o cometeu. Também precisamos manter em mente que essas situações são educativas e não casos de polícia.

Jarbas Costa- Bacharel em Direito- Pós Graduado em Direito de Família.

quarta-feira, 5 de outubro de 2022



 Segurança Pública em Pauta 2022.


O tema segurança pública sempre foi e sempre será muito debatido em sociedade, o artigo 6º da Carta Constitucional de 1988 destaca no caput deste que a segurança é um direito social reforçando sua importância e necessidade. Muitos colegas me perguntam do porque da minha vaga manifestação nos grupos nas redes sociais e em debates sobre o tema, de pronto respondo que a manifestação sem trabalho e sem coragem não tem validade alguma, as criticas ou apontamentos negativos pouco resolvem o problema vertente da segurança, é preciso trabalho, é preciso enfrentar de frente aqueles que tentam furtar os direitos dos servidores, servidores que assumiram com o risco da própria vida defender a sociedade e que não são valorizados como merecem. 

As associações se esmeram na luta pela classe, se manifestam e enfrentam os entes públicos na lutas de direitos e garantias à classe, mas sucumbem na representatividade, pois não preparam seus representantes para defender os policiais nas casas legislativas, seja Federal, Estadual ou Municipal. Quando se aproxima de um pleito eleitoral dezenas ou centenas de candidatos oriundos das forças de segurança se lançam para tentar uma vaga mas sucumbem diante do grande número e da falta de um trabalho em equipe onde todas as associações seja de praças ou de oficiais se unam e escolham quem será seus representantes.

A seletividade é mais importante do que a quantidade, e o preparo é mais importante do quem foi o servidor na vida de caserna pois erram, ninguém é perfeito e se ele possui princípios e reconhece que a classe precisa dele este será um bom representante.

É preciso mudar as ideias, os números mais importantes são os de votos e não os de números de candidatos. Que as associações se unam e através de um voto interno elejam seus candidatos e os apõem para que tenhamos em uma das casas legislativas bons e fiéis candidatos à nos representar.

Jarbas A. Costa

2º Sargento da reserva da Policia Militar, RS

Professor, operador do Direito e Pós Graduado em Administração Pública.    

domingo, 10 de outubro de 2021

 


A EDUCAÇÃO NA PANDEMIA

 Falar em educação nos dias de hoje é um desafio, as mudanças ocorridas no Brasil e no mundo devido a pandemia, o avanço tecnológico e a desvalorização do educador faz nos refletir sobre no tema com delicadeza e inteligência.

Em meio a um momento pandêmico em que os bancos escolares se esvaziaram pelo isolamento e distanciamento social por conta da Covid 19, o déficit educacional aumentou acarretando prejuízos na formação e educação dos brasileiros.

As aulas presenciais foram convertidas em aulas virtuais, alunos e professores tiveram que se reinventar, a tecnologia e os meios de aquisição dificultou a transmissão de conhecimento. Os pais tiveram que além de laborar ajudar seus filhos com as tarefas de aula e, por conseguinte o educador teve conciliar o trabalho domestico com o escolar levando muitos professores ao caos emocional.

Sabemos que o mundo foi pego de surpresa, mas a falta de planejamento educacional fez com que a educação fosse penalizada, os mais necessitados não tiveram acesso à tecnologia e estes foram os mais prejudicados.

A pandemia pelo novo Corona vírus provocou um cenário inédito de isolamento social, com rápida transição para o ensino remoto e um impacto enorme no aspecto emocional de milhões de estudantes, educadores e famílias, além de expor, mais uma vez e com ênfase, fragilidades históricas dos sistemas educacionais - sempre suscetíveis a situações de crises ou fatores que afetam diretamente o cumprimento do ano letivo e as possibilidades de aprendizagem dos estudantes (como greves, enchentes, situações de insegurança pública e outros).

O momento atual indica uma ampliação da já enorme desigualdade no desempenho educacional por todo o país, o que adiciona desafios ao relevante papel da escola na busca por garantir a aprendizagem de qualidade a todos, com equidade.

O ensino remoto, mesmo nos locais em que tenha sido bem planejado e executado, tem menores chances de gerar engajamento dos estudantes e promover o desenvolvimento, especialmente em famílias com condições reduzidas de acesso à infraestrutura necessária para isso, ou mesmo a um contexto domiciliar e comunitário menos favorável à aprendizagem. (https://institutoayrtonsenna.org.br), pesquisado em 10out2021.

 

O cenário criado pela pandemia deixou para todos um aprendizado, em especial para os administradores públicos que deveriam ter um planejamento eficaz para evitar os prejuízos que não foram somente na educação, somos sabedores que ela é a base para tudo e quando ao setor educacional não é dada a atenção merecida todos os demais setores da sociedade são prejudicados.

Quando o interesse politico sobrepõe o coletivo a sociedade fica a mercê daqueles que detém o poder, não dando espaço ao diálogo e a busca de soluções para que tenhamos uma sociedade organizada com uma base educacional sustentável.

O Brasil precisa mudar, nós somos o Brasil e devemos lutar de forma organizada na luta por um planejamento educacional, valorização da educação e dos educadores.

Nessa perspectiva, a função da educação é transformar sujeitos e mundo em algo melhor. O homem só entende o processo de construção do saber quando aprende a problematizar suas práticas.

 

Inscrito por: Jarbas Alves Costa- Bacharel em Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós Graduando em Direito de Família. 

Operador do Direito e Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados, Pelotas, RS.

A Pandemia e o Mundo

 


A PANDEMIA E O MUNDO

O mundo vem há aproximadamente um ano e nove meses passando por uma provação a qual jamais imaginaríamos passar. Um vírus, um único vírus mudou a rotina e a vida de milhões de seres humanos ao redor do mundo, a liberdade deixou de existir em um piscar de olhos dando lugar ao refugio doméstico e ao distanciamento social.

A vida e a liberdade de viver acabaram, sucumbiu de forma trágica o direito de ir e vir, direito este tão respeitado, defendido e protegido constitucionalmente, somos hoje atormentados pelo afastamento, pelo não abraço, trocamos um aperto de mãos pelo toque em punho cerrado ou cotovelo. Que triste realidade e como se não bastasse seremos proibidos de adentrar em muitos ambientes sociais ou comerciais se não portarmos a carteira ou cartão vacinal.  

Para quem acredita ou não o fim do mundo está próximo e tudo o que foi conquistado constitucionalmente falando será destruído por obrigações impostas pelo homem e suas ideias demagogas e ultrapassadas. Friso sem medo que tudo isso que esta acontecendo irá piorar, é culpa direta do ser humano que pela ganancia, pelo egoísmo e pelo interesse politico e econômico querem assumir e dominar as pessoas  submetendo-as a ordens e caprichos em prol de seus próprios interesses.

Todos ficam boquiabertos pelas inovações tecnológicas, os jovens se deslumbram, viajam por um universo de facilidades, mas não sabem que por trás de tudo isso existe um só interesse, o domínio do mundo e dos seres que nele habitam.

Para quem pensa que isso terá fim, eu no auge dos meus 54 anos vos digo que não e já sofro pelas futuras gerações que mesmo diante das facilidades serão comandadas por pessoas audaciosas e ambiciosas, uma ambição que não deixará as pessoas pensar, pois o ponto mais fraco e fácil de dominar em uma pessoa é coração, ou seja, as emoções.

A instituição família diante de tudo isso em decadência total, o amor entre os entes queridos esfriando e acabando, como no inicio de tudo irmão mata irmão, filho mata pai e assim sucessivamente, um esfriamento total e uma tamanha falta de amor próprio e amor aos outros.

 

Inscrito por: Jarbas Alves Costa- Bacharel em Direito, Pós Graduado em Administração Pública e Pós Graduando em Direito de Família.  

Operador do Direito e Assessor Jurídico no Spaço Jurídico Pel Advogados Associados, Pelotas, RS.

                                           Qual o tamanho de seus problemas?  Não existe no mundo uma ser humano que não tenha problemas, n...